Rena em uma nevasca de inverno, Lapônia, Finlândia
© Roberto Moiola/Getty Image
A magia natalina corre sobre cascos
Poucas criaturas evocam o fascínio do Natal como as renas. Elas são símbolos do espírito natalino e brilham nesse papel. Resistentes e firmes, puxam o trenó do Papai Noel desde que o escritor americano Clement Clarke Moore as colocou nessa função em seu poema de 1823, “Uma Visita de São Nicolau”. E nasceram para isso. Seus cascos encolhem no inverno para expor uma borda aderente e se expandem nos meses quentes para garantir melhor tração. Ainda não impressionado? Considere isto: as renas não têm um relógio biológico. Em vez disso, sua melatonina — o hormônio que regula o sono — se ajusta à luz e à escuridão, ajudando-as a permanecer acordadas durante a noite. Seus corpos são robustos — os machos podem pesar entre 180 a 250 quilos — e sustentam galhadas que chegam a mais de 140 centímetros.
A imagem de hoje vem da Finlândia, onde as renas superam em número as pessoas, vagando por uma terra tão atemporal quanto o espírito natalino que representam. Esse simbolismo vai muito além dos países gelados: chega até o calor brasileiro, onde as renas aparecem em decorações, vitrines e festas, lembrando que a magia do Natal não tem fronteiras.
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