Parque Nacional Great Smoky Mountains, Tennessee, Estados Unidos
© Mint Images/Getty Image
A névoa como assinatura
Antes de virar parque em 1934, essas montanhas já eram veteranas. As Great Smoky Mountains, no leste dos Estados Unidos, começaram a se formar há mais de 300 milhões de anos — idade respeitável até para padrões geológicos. Povos indígenas já circulavam por ali há cerca de 14 mil anos, seguindo rotas de caça e deixando vestígios de cerâmica e agricultura que arqueólogos continuam encontrando.
Hoje, o parque é um prodígio biológico. Conhecido como a Capital Mundial das Salamandras, abriga também ursos-negros, alces, mais de 200 espécies de aves e uma impressionante variedade de plantas. Seu nome — algo como “montanhas enevoadas” — não é propaganda enganosa: um véu constante de umidade, típico de regiões montanhosas densamente florestadas, recobre seus picos. Quem conhece a Serra do Mar, no coração da Mata Atlântica, reconhece o parentesco imediato: relevo íngreme, florestas que mudam com a altitude, clima úmido e uma biodiversidade extraordinária concentrada em pouco espaço. Quando montanha, clima e floresta trabalham juntos, a vida responde com excesso.
Related Images
Bing Today Images
Delicate Arch, Arches National Park, Utah nos EUA
Templo de Zoroastro, Parque Nacional do Grand Canyon, Arizona, EUA
Chora, Folegandros Island, Cyclades, Greece
Planta de pera espinhosa, Big Bend National Park, Texas, EUA
Parque Nacional do Grand Canyon, Arizona, EUA
Desfiladeiro do rio Fish, Namíbia
Colina de arenito no Parque Nacional Capitol Reef, Utah, EUA
Ciclistas no Volta a França de 2013, Córsega, França