Lanternas de Natal em forma de estrela, Alemanha
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Brilha, brilha, estrelinha
A meados de dezembro, lanternas em forma de estrela começam a aparecer por toda parte — cintilando em varandas e brilhando em vitrines. Elas enchem ruas e lares de alegria, cor e um sentimento de união. Mas, por trás dessas decorações festivas, existe uma história tão cativante quanto seu brilho.
As primeiras dessas estrelas surgiram em Niesky, uma aldea na Alemanha, no início do século XIX. Estudantes de um internato criaram o que hoje chamamos de Estrela Morávia durante uma aula de geometria. Com 26 pontas, feita de papel e papelão, logo passou a simbolizar a Estrela de Natal. Em 1897, um ex-aluno daquela escola começou a produzi-las e vendê-las, e seu filho fundou uma fábrica em 1925.
A partir desse começo humilde, a tradição se espalhou pelo mundo. No Brasil, as lanternas de estrela também aparecem em mercados natalinos, feiras artesanais e decorações caseiras. Hoje, elas podem ser feitas de papel, tecido ou iluminadas por LED, mantendo viva a ideia original: levar esperança para dentro dos lares. Cada estrela nos lembra que uma única chama de luz pode aquecer corações e iluminar a celebração.
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