Macieiras em Minnesota, EUA
© Tammi Mild/Getty Image
Ciência doce
De meados de agosto até o fim de outubro, o estado de Minnesota, nos Estados Unidos, traz consigo a promessa crocante da temporada de maçãs. Pomares por todo o estado abrem suas fileiras de variedades cultivadas por seu sabor, resistência e charme. A imagem de hoje captura esse momento: galhos carregados de frutos maduros, prontos para a colheita.
A Honeycrisp, hoje favorita mundial, nasceu nos pomares da Universidade de Minnesota, onde cientistas vêm desenvolvendo variedades há mais de um século. Por trás da alegria simples está a ciência rigorosa da fruticultura: o melhoramento genético criou maçãs resistentes ao inverno e doces o suficiente para competir com qualquer outra. Existem mais de 7.500 cultivares — variedades obtidas por técnicas de melhoramento genético — no mundo. A contribuição de Minnesota se destaca entre eles, prova de que inovação e tradição podem florescer lado a lado.
No Brasil, a colheita de maçãs ocorre entre janeiro e maio, com destaque para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As variedades mais cultivadas são Gala e Fuji, mas o país também desenvolveu cultivares próprios, como Purple Gala, Luiza, Isadora e Venice, adaptados ao clima quente e reconhecidos internacionalmente.
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