Rinocerontes-brancos machos, Lago Nakuru, Quênia
© Ingo Arndt/Minden Picture
Nas fronteiras da preservação
É festa na selva! Hoje é o Dia Mundial da Conservação da Vida Selvagem, uma data para celebrarmos a prodigiosa diversidade do nosso planeta e nos unirmos para protegê-la. Nossa imagem do dia traz o rinoceronte-branco, que quase desapareceu no século XIX devido à caça ilegal por seus chifres, mas hoje faz um retorno triunfal após mais de 100 anos de esforço de conservação. No nosso país, infelizmente, não faltam raridades em apuros: o famoso mico-leão-dourado, por exemplo, esteve à beira da extinção nos anos 70, com menos de 200 indivíduos sobrando. Hoje, graças a muito esforço e carinho, temos cerca de 3 mil deles saltitando pela Mata Atlântica. Já a ararinha-azul nos deu um susto em 2000, quando deixou de existir na natureza, mas agora está sendo reintroduzida em seu habitat após programas de reprodução em cativeiro.
A luta pela conservação pode trazer resultados reais e mudar o rumo de espécies ameaçadas. Ela conecta continentes e inspira projetos no mundo todo, mostrando que, quando realmente queremos, o impossível se torna possível.
Elefantes próximos ao Monte Kilimajaro, no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia
Hipopótamo mãe e bebê, Chobe National Park, na Botswana
Elefantes africanos no Parque Nacional Tsavo East, Quênia
Elefante do deserto e filhote se alimentando de capim alto, Namíbia
Família de elefantes no Parque Nacional Amboseli, no Quênia
Elefantes africanos, Parque Nacional Amboseli, Quênia
Família de elefantes no Parque Nacional Amboseli, no Quênia
Rinoceronte de Sumatra, Parque Nacional Way Kambas, na Indonésia